{"id":2978,"date":"2026-07-03T14:55:34","date_gmt":"2026-07-03T17:55:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/?p=2978"},"modified":"2026-07-03T15:00:33","modified_gmt":"2026-07-03T18:00:33","slug":"placas-tectonicas-como-o-movimento-da-terra-provoca-terremotos-e-transforma-cidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/placas-tectonicas-como-o-movimento-da-terra-provoca-terremotos-e-transforma-cidades\/","title":{"rendered":"Placas tect\u00f4nicas: como o movimento da Terra provoca terremotos e transforma cidades"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Sob continentes e oceanos, enormes blocos rochosos conhecidos como placas tect\u00f4nicas deslocam-se lentamente sobre o manto terrestre, acumulando tens\u00f5es que, quando liberadas, provocam terremotos, vulc\u00f5es e d\u00e3o origem a cadeias de montanhas. Embora esses movimentos ocorram apenas alguns cent\u00edmetros por ano, seus efeitos moldam a paisagem do planeta h\u00e1 milh\u00f5es de anos e influenciam at\u00e9 mesmo a forma como cidades s\u00e3o constru\u00eddas em regi\u00f5es sujeitas \u00e0 atividade s\u00edsmica.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Embora pare\u00e7a est\u00e1vel, a superf\u00edcie da Terra est\u00e1 longe de ser im\u00f3vel. A camada mais externa do planeta \u00e9 fragmentada em grandes blocos rochosos chamados placas tect\u00f4nicas, que flutuam sobre o manto, uma camada mais quente e parcialmente fluida localizada abaixo da crosta terrestre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Essas placas se movimentam lentamente, a uma velocidade semelhante ao crescimento das unhas humanas, de poucos cent\u00edmetros por ano. Apesar da lentid\u00e3o, esse deslocamento cont\u00ednuo \u00e9 respons\u00e1vel por transforma\u00e7\u00f5es que ocorrem ao longo de milh\u00f5es de anos, como a separa\u00e7\u00e3o dos continentes, a forma\u00e7\u00e3o de oceanos, cordilheiras e vulc\u00f5es. Foi justamente esse processo que fragmentou o antigo supercontinente Pangeia, originando a distribui\u00e7\u00e3o atual dos continentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Os principais fen\u00f4menos geol\u00f3gicos acontecem nos limites entre as placas tect\u00f4nicas, regi\u00f5es onde elas entram em contato. Existem tr\u00eas tipos principais de intera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1003\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/limites_de_placas-1003x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2980\" srcset=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/limites_de_placas-1003x1024.jpeg 1003w, https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/limites_de_placas-294x300.jpeg 294w, https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/limites_de_placas-768x784.jpeg 768w, https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/limites_de_placas.jpeg 1047w\" sizes=\"(max-width: 1003px) 100vw, 1003px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem do perfil do Instagram: <em>geografia.online<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Nos <strong>limites divergentes<\/strong>, as placas se afastam uma da outra. O espa\u00e7o criado permite a ascens\u00e3o do magma proveniente do manto, que se solidifica e forma nova crosta terrestre. Esse processo ocorre principalmente nas dorsais oce\u00e2nicas, como a Dorsal Mesoatl\u00e2ntica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Nos <strong>limites convergentes<\/strong>, duas placas se aproximam. Dependendo de sua composi\u00e7\u00e3o, uma pode mergulhar sob a outra, processo chamado subduc\u00e7\u00e3o, ou ambas podem colidir frontalmente. Esses movimentos originam fossas oce\u00e2nicas, cadeias montanhosas e intensa atividade vulc\u00e2nica. A Cordilheira dos Andes, por exemplo, surgiu a partir da subduc\u00e7\u00e3o da Placa de Nazca sob a Placa Sul-Americana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">J\u00e1 nos <strong>limites transformantes<\/strong>, as placas deslizam lateralmente uma em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 outra. Como o atrito impede que esse movimento ocorra de forma cont\u00ednua, grandes quantidades de energia ficam acumuladas at\u00e9 serem liberadas repentinamente, provocando terremotos. Um dos exemplos mais conhecidos desse tipo de limite \u00e9 a Falha de San Andreas, na Calif\u00f3rnia. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">S\u00e3o nestes contextos que ocorrem <strong>os terremotos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video aligncenter\"><video height=\"1280\" style=\"aspect-ratio: 720 \/ 1280;\" width=\"720\" controls src=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/SnapInst.to_AQPvF513aNL0ZYzJpla2qIT9Js-dWIbjAiY6LrWPVQeWwnDHrc0bQ7THwLSOUf4SFLSumQMXX6pZjP9qC8cfI8ycQdzs4X-KaQpl7Js.mp4\"><\/video><figcaption class=\"wp-element-caption\">V\u00eddeo do perfil do Instagram: owo14351<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Enquanto as placas tentam continuar seu movimento natural, elas podem permanecer presas devido ao atrito entre as rochas. Com o passar do tempo, a press\u00e3o aumenta at\u00e9 superar a resist\u00eancia dessas rochas. Nesse momento ocorre uma ruptura ou deslizamento s\u00fabito, liberando energia na forma de ondas s\u00edsmicas que se propagam em todas as dire\u00e7\u00f5es e fazem o solo tremer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">O ponto onde essa ruptura se inicia, no interior da Terra, recebe o nome de <strong>hipocentro<\/strong> (ou foco s\u00edsmico). J\u00e1 o ponto localizado exatamente acima dele, na superf\u00edcie, \u00e9 chamado de <strong>epicentro<\/strong>, regi\u00e3o onde normalmente os tremores s\u00e3o sentidos com maior intensidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Embora terremotos possam ocorrer em diferentes partes do planeta, eles se concentram principalmente nas bordas das placas tect\u00f4nicas, onde h\u00e1 maior intera\u00e7\u00e3o entre elas. Este \u00e9 o principal motivo <strong>de n\u00e3o haver grandes terremotos no Brasil.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Ao contr\u00e1rio de pa\u00edses como Jap\u00e3o, Chile e Indon\u00e9sia, o Brasil est\u00e1 localizado no interior da Placa Sul-Americana, distante dos principais limites entre placas. Por essa raz\u00e3o, o territ\u00f3rio brasileiro apresenta baixa atividade s\u00edsmica. Os tremores registrados no pa\u00eds geralmente possuem baixa magnitude e est\u00e3o associados a falhas geol\u00f3gicas antigas presentes no interior da placa, n\u00e3o ao choque direto entre placas tect\u00f4nicas. Da mesma forma, o Brasil tamb\u00e9m n\u00e3o possui vulc\u00f5es ativos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"424\" src=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/images-edited.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2983\" style=\"aspect-ratio:0.7924598041027536;width:700px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/images-edited.jpg 336w, https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/images-edited-238x300.jpg 238w\" sizes=\"(max-width: 336px) 100vw, 336px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem do perfil do Instagram: curioso mundo nosso<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-large-font-size wp-block-paragraph\"><strong>O caso do Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Se o Brasil convive com poucos terremotos, o Jap\u00e3o enfrenta uma realidade completamente diferente. Localizado no chamado <strong>C\u00edrculo de Fogo do Pac\u00edfico<\/strong>, o arquip\u00e9lago encontra-se em uma das regi\u00f5es tectonicamente mais ativas do planeta. A intera\u00e7\u00e3o entre as placas: do pac\u00edfico; euroasi\u00e1tica; filipina; e norte-americana, faz com que o pa\u00eds registre cerca de 1.500 terremotos por ano, incluindo alguns dos mais intensos j\u00e1 observados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/japao_placas_tectonicas-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2986\" srcset=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/japao_placas_tectonicas-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/japao_placas_tectonicas-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/japao_placas_tectonicas-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/japao_placas_tectonicas.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem do perfil do facebook: Tumblr 1880<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Essa condi\u00e7\u00e3o levou o pa\u00eds a investir continuamente em normas de constru\u00e7\u00e3o e tecnologias capazes de reduzir os impactos dos tremores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Entre as principais solu\u00e7\u00f5es est\u00e1 o <strong>isolamento s\u00edsmico<\/strong>, conhecido no Jap\u00e3o como <em><strong>Menshin<\/strong><\/em>. Nesse sistema, a estrutura do edif\u00edcio \u00e9 desacoplada do solo por meio de apoios especiais, compostos por rolamentos e amortecedores de borracha. Durante um terremoto, o terreno pode se mover enquanto o pr\u00e9dio oscila de forma controlada, reduzindo significativamente a transmiss\u00e3o das vibra\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/Menshin-ezgif.com-video-to-gif-converter.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2987\" style=\"width:796px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gif retirado do site: e-housing.jp<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Junto \u00e0 t\u00e9cnica de isolamento s\u00edsmico <em><strong>Menshin<\/strong><\/em>, os edif\u00edcios japoneses incorporam outras tecnologias construtivas que auxiliam na redu\u00e7\u00e3o de danos causados pelos recorrentes terremotos, atrav\u00e9s de <strong>refor\u00e7o estrutural<\/strong> e formas de <strong>absorver a energia s\u00edsmica<\/strong>. Estas resolu\u00e7\u00f5es da arquitetura japonesa s\u00e3o chamadas de: <strong><em>Taishin<\/em><\/strong> e <strong><em>Seishin<\/em><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"314\" src=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/Taishin.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2988\" style=\"width:840px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gif retirado do site: e-housing.jp<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-content\/uploads\/sites\/60\/2026\/07\/Seishin-ezgif.com-video-to-gif-converter.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2989\" style=\"width:840px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gif retirado do site: e-housing.jp<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Essas solu\u00e7\u00f5es permitiram que arranha-c\u00e9us, resid\u00eancias e edif\u00edcios hist\u00f3ricos suportassem grandes terremotos com danos muito menores. Um exemplo \u00e9 a Tokyo Skytree, torre de 634 metros que permaneceu estruturalmente \u00edntegra durante o terremoto de Tohoku, em 2011, demonstrando a efic\u00e1cia das tecnologias desenvolvidas pela engenharia japonesa.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Texto e imagens adaptados de: <br><br>site: <a href=\"https:\/\/e-housing.jp\/post\/japans-earthquake-resistant-buildings-overview-history\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">e-housing.jp<\/a><br>perfil do instagram: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DaB98U9xyWB\/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D\">profgeoonline<\/a><br>perfil do instagram: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DaBbvWWvRmT\/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">geografia.online<\/a><br>perfil do instagram: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DaF8g-1APdU\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">curiosomundonosso<\/a><br>perfil do instagram: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/reel\/DZZHCyLu0V2\/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">owo14351<\/a><br>perfil do facebook: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/photo\/?fbid=1442483434119934&amp;set=a.602163234818629\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tumblr 1880<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sob continentes e oceanos, enormes blocos rochosos conhecidos como placas tect\u00f4nicas deslocam-se lentamente sobre o manto terrestre, acumulando tens\u00f5es que, quando liberadas, provocam terremotos, vulc\u00f5es&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":169,"featured_media":2979,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_customify_content_layout":"","_customify_sidebar":"","_customify_page_header_display":"default","_customify_disable_header":"","_customify_disable_header_top":"","_customify_disable_header_main":"","_customify_disable_header_bottom":"","_customify_disable_page_title":"","_customify_disable_content_vertical_padding":"","_customify_disable_footer_top":"","_customify_disable_footer_main":"","_customify_disable_footer_bottom":"","_customify_breadcrumb_display":"","_customify_header_transparent_display":"","footnotes":""},"categories":[14,15,1],"tags":[],"class_list":["post-2978","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ensino","category-geociencias","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2978","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/users\/169"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2978"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2978\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2992,"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2978\/revisions\/2992"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2979"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2978"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2978"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ige.unicamp.br\/lehg\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2978"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}